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Sabe aquela história da “força das palavras”? Então, algo muito real. Se você tem um cômodo na casa que ainda não pertence a ninguém ou faz parte do “complexo da lavanderia”, enfim, aquele local onde TUDO que não se sabe onde por, vai para lá, certamente você e os demais membros da família chamam-no “quarto da bagunça” ou “quartinho”.Vamos consertar? O que esperar desse pobre local gerador de más energias? É uma sentença de morte para o próprio coitado!
Comecemos assim: de hoje em diante ele se chamará na pior das hipóteses “despensa” ou “depósito” e pode-se colocar na porta de acesso alguns filtros, como “você tem certeza de que quer guardar algo aqui?”, “vai usar isso nos próximos meses?”, “existe um lugar digno para depositar esse objeto”? 
Sim, porque depositar não é largar no chão, em cima de uma caixa já sobreposta a outra ou simplesmente abrir a porta e atirar o entulho. É ter consciência!!!
Esses locais,  porões, sótãos, “quartos de despejo”, funcionam como o nosso “arquivo morto”, representam nosso passado, nosso subconsciente, nossas carências, medos, traumas…Conheço gente que gasta um dinheirão na terapia, mas não tem coragem de olhar para esse arquivo. Manter uma tralha é como dar vida para aquilo que não tem mais um papel na nossa vida, já foi…mas insistimos em guardar, em “segurar a energia do objeto”.
Por que guardamos tanto?
Há casas que não têm esse cômodo, mas a tralha é descentralizada: está em cima do guarda-roupa, nos cantos, na garagem, nos corredores…os miasmas (blocos de energia negativa) logo se alojam nesses pontos…
Com isso criamos um campo energético de péssima qualidade, de energia estagnada, parada, morta e isso traz bloqueios para nossa vida financeira, afetiva, saúde, viagens, amigos…Essa energia densa invade toda a casa e não nos deixa fluir…
A lição de casa de hoje é parar de ter medo e enfrentar a sua tralha. Organizar um mutirão, se for o caso, tirar TUDO desse compartimento e só voltar para dentro se realmente for algo ainda útil. Pode ser até divertido! Já pensou em colocar um fundo musical para ajudar na tarefa?
E é preciso dar dignidade ao local: caixas plásticas, prateleiras, cabides, enfim, hoje em dia há muitas opções. E os “barrados no baile” serão descartados, doados, vendidos…sempre tem alguém que será feliz com aquilo que não está sendo usado em sua casa.
Estou pensando em começar a falar dos cômodos da casa. Escolhi começar pelo mais difícil…
O que você pensa sobre isso? 
Qual é a parte da casa que mais lhe toca?
Leia o post anterior:
O FENG SHUI E A “VIZINHANÇA”

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